sábado, 17 de setembro de 2011

Igreja Anglo-Luterana anuncia sua volta à Igreja Católica


2011-09-17 08:55
A Igreja Anglo-Luterana Católica, uma comunidade que se separou da Igreja Luterana em 1997 e desde então iniciou um processo de aproximação à doutrina católica, anunciou publicamente que vai entrar em comunhão com Roma, tirando proveito da constituição apostólica Anglicanorum Coetibus.

A constituição apostólica estabelece a criação de ordinariatos pessoais, equivalentes a dioceses não geográficas, como as que existem para as forças armadas, para acolher fiéis da comunhão anglicana que queiram entrar em comunhão com a Igreja Católica, mantendo todavia as suas tradições e o seu património litúrgico e espiritual.

A proposta já foi aceite por vários indivíduos e comunidades que pertenciam à Comunhão Anglicana, mas também pela Igreja Anglicana Tradicional, uma comunidade que rompeu com a Comunhão Anglicana em 1991. Um ordinariato já foi estabelecido em Inglaterra, com outros agendados para a Austrália, Canadá e Estados Unidos.

Contudo, esta é a primeira ocasião em que uma comunidade de tradição luterana anuncia a intenção de aderir. O líder da Igreja Anglo-Luterana Católica explica que submeteram um pedido de união com Roma já em 2009, mas que por não serem anglicanos não lhes ocorreu que pudessem ser abrangidos pelo Anglicanorum Coetibus. Mas depois da publicação do documento as autoridades católicas informaram-lhes que podiam aproveitar a mesma estrutura, juntando-se aos ordinariatos criados nos seus respectivos países.

A Igreja Anglo-Luterana Católica serve cerca de 11 mil pessoas, inclui cinco arcebispos e três bispos e tem paróquias em vários países, incluindo o Canadá, Alemanha, Sudão, Uganda e Quénia, mas sobretudo nos Estados Unidos.

domingo, 4 de setembro de 2011

Em nenhum outro nome há salvação



“Então Pedro, cheio do Espírito Santo, respondeu-lhes: ”Chefes do povo e anciãos, ouvi-me, se hoje somos interrogados a respeito do benefício feito a um enfermo, e em que nome foi ele curado, ficai sabendo: foi em nome de Jesus Cristo Nazareno que vós crucificastes, mas que Deus ressuscitou dos mortos. Por ele é que este homem se acha são, em pé, diante de vós. Esse Jesus, pedra que foi desprezada por vós, edificadores, tornou-se pedra angular. Em nenhum outro nome há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4,8-12).
Quando o nosso coração reconhece que Jesus é o Senhor e o nosso viver diário comprova o que o nosso coração acredita, então podemos clamar o seu nome, e o próprio Jesus, com todo seu poder e autoridade, se manifesta entre nós.  Se dissermos o nome de Jesus com fé e confiança nele, então os fundamentos do cárcere são abalados e as portas se abrem, os desertos florescem, o vento se acalma e o impossível se torna possível: Jesus, Jesus, Jesus! Ao clamar esse nome sentiremos a presença do Todo-Poderoso Senhor Jesus Cristo e toda salvação, toda libertação e cura de que precisamos, sob a ótica de Deus, virá para a nossa vida e todas as dificuldades que possamos estar enfrentando serão submetidas à sua autoridade. Salvação, cura, libertação acontecendo nas nossas vidas, relacionamentos sendo restaurados, arrependimento fluindo de dentro dos corações, esperança sendo edificada dentro de nós.
Quando estivermos em perigo, angustiados, podemos clamar: Jesus, Jesus, Jesus! O Santo, o Justo, o Todo-Poderoso, o Cordeiro de Deus, o Salvador, o Conselheiro Admirável, o Deus Forte, o Príncipe da Paz, virá com a sua salvação nessa situação específica pela qual estamos clamando seu nome.
“O nome do Senhor é uma torre: para lá corre o justo a fim de procurar segurança” (Pv 18, 10).
A Jesus foi dado todo o poder nos céus, na terra e nos infernos. O mal é subjugado a Jesus. Quando clamamos o seu nome com fé nele, e o nosso coração está realmente convertido a Ele, Jesus vem como Senhor e toma a si os destinos das nossas vidas, como Senhor absoluto.
Além de clamar, podemos louvar e engrandecer o nome do Senhor com nossas palavras e com nossas ações. Louvar o nome do Senhor, exaltar o seu nome, faz-nos reconhecer que Ele é o soberano absoluto sobre todas as coisas e essa atitude de louvor e reconhecimento traz sua presença para junto de nós.
“Louvai, ó servos do Senhor, louvai o nome do Senhor. Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre. Desde o nascer ao por do sol seja louvado o nome do Senhor” (Sl 112,1-3).

domingo, 28 de agosto de 2011

Quaresma de São Miguel Arcanjo

Quarentena de São Miguel Arcanjo

Após a análise de sua vida, faça um altar com a imagem ou foto de São Miguel Arcanjo, colocando velas e flores para enfeitar o altar.

Todos os dias:

* Acender uma Vela (abençoada) (*cuidado com as velas com crianças)
* Oferecer penitências e abstinências (o jejum por exemplo)
* Fazer o sinal da cruz
* Rezar a oração inicial
“Pequeno Exorcismo do Papa Leão XIII”
* Rezar a Ladainha de São Miguel Arcanjo
* Fazer o pedido de uma graça a ser alcançada

{ Confessar-se, pelo menos uma vez
{ Ir à Santa Missa, aos domingos ( se possível diariamente)


ORAÇÃO INICIAL

“Pequeno Exorcismo do Papa Leão XIII”

"São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e aos outros espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém".

Sacratíssimo coração de Jesus
Sacratíssimo coração de Jesus
Sacratíssimo coração de Jesus



Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.

Pai Celeste, que sois Deus, tende piedade de nós.
Filho, Redentor do Mundo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Trindade Santa, que sois um único Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós.

São Miguel, rogai por nós.
São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai por nós.
São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, rogai por nós.
São Miguel, coroado de honra e de glória, rogai por nós.
São Miguel, poderosíssimo Príncipe dos exércitos do Senhor, rogai por nós.
São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, rogai por nós.
São Miguel, guardião do Paraíso, rogai por nós.
São Miguel, guia e consolador do povo israelita, rogai por nós.
São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, rogai por nós.
São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, rogai por nós.
São Miguel, Luz dos Anjos, rogai por nós.
São Miguel, baluarte dos Cristãos, rogai por nós.
São Miguel, força daqueles que combatem pelo estandarte da Cruz, rogai por nós.
São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, rogai por nós.
São Miguel, socorro muito certo, rogai por nós.
São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, rogai por nós.
São Miguel, arauto da sentença eterna, rogai por nós.
São Miguel, consolador das almas que estão no Purgatório, rogai por nós.
São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas que estão no Purgatório, rogai por nós.
São Miguel, nosso Príncipe, rogai por nós.
São Miguel, nosso Advogado, rogai por nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, atendei-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Rogai por nós, ó glorioso São Miguel, Príncipe da Igreja de Cristo,
para que sejamos dignos de Suas promessas. Amém.

Oração

Senhor Jesus, santificai-nos, por uma bênção sempre nova, e concedei-nos, pela intercessão de São Miguel, esta sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas do Céu e a trocar os bens do tempo pelos da eternidade. Vós que viveis e reinais em todos os séculos dos séculos. Amém.


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Que diferença estamos fazendo no mundo?

Os primeiros cristãos marcaram a história da humanidade. E nós, que diferença estamos fazendo no mundo?

Meu irmão, minha irmã, eu peço que você leia com atenção o breve texto abaixo, que retrata um estilo de vida que muito nos diz respeito:
“Eles estão na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm sua cidadania no céu; obedecem às leis estabelecidas, mas com sua vida ultrapassam as leis; amam a todos e são perseguidos por todos; são desconhecidos e, apesar disso, condenados; são mortos e, desse modo, lhes é dada a vida; são pobres, e enriquecem a muitos; carecem de tudo, e têm abundância de tudo; são desprezados e, no desprezo tornam-se glorificados; são amaldiçoados e, depois, proclamados justos; são injuriados, e bendizem; são maltratados, e honram; fazem o bem, e são punidos como malfeitores; são condenados, e se alegram como se recebessem a vida” (carta a Diogneto, n. 5).
Você certamente já sabe a respeito de quem o autor está falando. Esse é um texto muito antigo, escrito nos inícios da propagação da fé cristã.
Nas origens, aqueles que eram “autenticamente” cristãos davam esse tipo de testemunho, tanto que muitos estudiosos, que se dedicam a analisar a vida das primeiras comunidades cristãs, atestam que a mensagem evangélica, a fraternidade vivida nos grupos e o testemunho de santidade, indo até o martírio, levaram muitos a aderirem à nova religião.
Na sequência do texto, o autor diz: “Em poucas palavras, assim como a alma está no corpo, assim os cristãos estão no mundo”. Eles, os cristãos, davam vida ao mundo!
E com quem aprenderam a ser assim? Com o Senhor Jesus, claro! Sim, os cristãos, verdadeiramente fiéis, imitavam Jesus Cristo, tendo por base a Doutrina propagada pelos apóstolos.
E quanto a nós? Se alguém se dedicar a nos observar e retratar o nosso estilo de vida, hoje, como irá nos descrever? Nós, que somos católicos, que frequentamos a Missa, Grupos de Oração, que imagem passamos aos que nos conhecem, convivem conosco?
É necessário que façamos essa autoavaliação, porque temos o compromisso de dar testemunho de vida.  Esse é o primeiro meio de evangelização, como nos ensina Paulo VI (Evangelli Nuntiandi, n. 41).
Então, como estamos vivendo? Como temos conduzido nossa vida? Nossos pensamentos, sentimentos, ações são parecidos com os de Jesus?
Em quem nos espelhamos? Qual o papel dos Evangelhos em nossa vida? Eles pautam nosso agir? O que Jesus ensinou, nós buscamos fazer? Temos nos esforçado para isso?
Recebemos uma missão: ser “rosto e memória de Pentecostes”. Devemos mostrar ao mundo a face do cristianismo autêntico; não deixar cair no esquecimento o modelo de vida de nossos pais na fé. Isso é reimplantar uma cultura que já esteve fortemente presente na humanidade. Somos chamados a resgatar, na força que vem do alto, a “Cultura de Pentecostes”.
Somente cheios do Espírito Santo poderemos viver como Jesus viveu. Somente o Paráclito pode nos dar coragem para anunciar, viver o amor fraterno, a santidade. Clamemos sem cessar por sua presença, para que o mundo veja e creia.