Bento XVI celebra 60 anos de ordenação presbiteral e entrega Pálio a 40 arcebispos
O papa Bento XVI preside, na quarta-feira (29), na Basílica Vaticana, às 9h30 (hora local), a festa de São Pedro e São Paulo. A celebração comemora também os 60 anos de ordenação presbiteral do papa.
Durante a missa, Bento XVI fará a imposição do Pálio a 40 arcebispos metropolitanos, entre os quais sete brasileiros:
- dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande/MS;
- dom Hélio Adelar Rubert, arcebispo de Santa Maria/RS;
- dom Jacinto Bergmann, arcebispo de Pelotas/RS;
- dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, arcebispo de Salvador/BA;
- dom Pedro Brito Guimarães, arcebispo de Palmas/TO;
- dom Pedro Ercílio Simon, arcebispo de Passo Fundo/RS;
- dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília/DF.
- dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande/MS;
- dom Hélio Adelar Rubert, arcebispo de Santa Maria/RS;
- dom Jacinto Bergmann, arcebispo de Pelotas/RS;
- dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, arcebispo de Salvador/BA;
- dom Pedro Brito Guimarães, arcebispo de Palmas/TO;
- dom Pedro Ercílio Simon, arcebispo de Passo Fundo/RS;
- dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília/DF.
O Pálio é uma faixa de lã branca com seis cruzes pretas de seda. É uma insígnia litúrgica de "honra e jurisdição", símbolo do laço particular que une os arcebispos metropolitanos ao Sucessor de Pedro.
A lã usada para confeccionar o Pálio é extraída de dois cordeiros brancos bentos pelo papa em 21 de janeiro, dia de Santa Inês. Esta tradição tem suas raízes no martírio de Santa Inês, adolescente romana, martirizada durante a perseguição de Décio ou de Diocleciano, entre os Séculos III e IV. Com apenas doze anos, Inês não renegou Jesus e, por isso, teve a garganta cortada com uma espada do modo como se matavam os cordeiros.
Fonte: CNBB
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